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27 de agosto de 2026 · 6 min de leitura

Formação de preço: como chegar ao preço que dá lucro.

Preço no chute ou copiado do concorrente vira prejuízo silencioso. Entenda como formar preço a partir do custo, dos impostos e da margem — sem achismo.

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CONHECIMENTO APLICADOConteúdo que vira decisão

Formar preço no chute, ou copiando quem está do lado, é uma das formas mais comuns de ter prejuízo sem perceber. O preço parece competitivo, a venda acontece, e só no fim do mês a conta não fecha. Preço que dá lucro se constrói a partir do custo real — não do palpite.

O preço começa no custo, mas não termina nele

O custo do produto ou do serviço é só o ponto de partida. Em cima dele entram os custos que costumam ser esquecidos: os impostos, a taxa do cartão ou da plataforma, o frete, a comissão de quem vende, a parte dos custos fixos que aquele item precisa cobrir. Só depois de somar tudo isso é que se coloca a margem de lucro. Ignorar qualquer parcela é embutir prejuízo no preço.

Markup e margem não são a mesma coisa

Confundir os dois derruba muita conta. A margem é o quanto de lucro sobra em relação ao preço de venda. O markup é o multiplicador que se aplica sobre o custo para chegar ao preço. Como as bases são diferentes — uma parte do preço, a outra do custo —, aplicar uma pensando na outra gera um valor bem menor do que se imagina. Saber qual está usando evita a surpresa.

  • Custo direto do produto ou do serviço.
  • Impostos que incidem sobre a venda.
  • Taxas de cartão, plataforma e meios de recebimento.
  • Custo fixo rateado: a fatia do aluguel, da equipe e da estrutura que o item precisa cobrir.
  • Margem de lucro desejada, por último, sobre tudo isso.
Preço copiado do concorrente ignora o seu custo. O que dá lucro para ele pode dar prejuízo para você.

Preço não é para sempre

O custo muda, o imposto muda, o fornecedor reajusta. Um preço formado uma vez e nunca revisto envelhece e começa a corroer a margem em silêncio. Rever o preço com regularidade só é possível para quem conhece o custo real e atualizado — e é aí que ter o dado organizado deixa de ser luxo e vira condição.

Como a OCSI trata isso

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